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“O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros” - Margaret Thatcher |
Embora estejamos
compreensivelmente preocupados com a pandemia do coronavírus, há outras
preocupações que deveríamos ter em mente nesse momento, e isso tendo em vista o
futuro.
Dentre essas
preocupações eu mencionaria os danos que podem ser causados pelos incansáveis
oportunistas da esquerda, uma vez que o prejuízo que eles são capazes de causar
sobre a economia é maior do que o estrago que o
coronavírus vai causar sobre a saúde.
coronavírus vai causar sobre a saúde.
A letalidade da
esquerda sempre foi mais assustadora do que qualquer doença. O socialismo, ao
longo do século XX, exterminou mais vidas do que qualquer vírus.
Por exemplo, no
“Livro Negro do Comunismo: Crimes, Terror, Repressão” (1999), encontramos que
os regimes comunistas ceifaram brutalmente em torno de 100 milhões de vidas ao
longo do século XX (alguns propõem números ainda mais elevados). Como é
colocado no livro, “os regimes comunistas tornaram o crime em massa uma forma
de governo".
Por outro lado,
quando analisamos a terrível “gripe espanhola”, talvez a mais devastadora
doença do século XX, vemos que ela perde vergonhosamente para o comunismo.
Embora os dados
variem, sendo que é justamente difícil obter dados precisos de países
socialistas (os quais são fechados e ocultam, mascaram seus dados – vide o que
fez a China recentemente quanto aos dados do coronavírus, o que agravou
mortalmente a situação), a gripe espanhola teria afetado metade da população
mundial nos anos 1918/19, causando em torno de 20 milhões de mortes.
Em verdade,
regimes socialistas são eficientes em exterminar vidas. Não apenas isso, seus
prosélitos são ou “idiotas úteis” ou perversamente ardilosos.
Não surpreende que
a esquerda siga tentando desestabilizar o governo Bolsonaro, ainda que com
prejuízos terríveis para a sociedade. E esse é um ponto a ser observado: a
esquerda adota uma postura sempre destrutiva. A ordem no PCdoB, Psol e PT, é:
“temos que destruir o governo Bolsonaro”.
Portanto, não se
enganem: a esquerda não está preocupada com a saúde pública, combate ao
coronavírus, ou com a economia. Eles estão diuturnamente tramando estratégias
para usar da maneira mais eficiente e destrutiva essa pandemia. E isso com o
propósito, aqui no Brasil, de “destruir o governo Bolsonaro”.
Logo, para eles
quanto maior o número de mortos, tanto melhor. Quanto maior o dano à economia,
tanto melhor. Por essa razão um de seus ungidos do meio acadêmico recentemente
disse em entrevista que, “se essa crise tiver como efeito colateral a corrosão,
a destruição, a redução a pó dessa direita populista, ela não terá sido
totalmente perdida”.
Eis a
perversidade, a malignidade da esquerda: para seus prosélitos não importa
quantos morrerão, quantos sofrerão. O que importa é destruir seu inimigo (nesse
caso, o governo Bolsonaro).
Stalin, Pol Pot,
Mao Tsé-Tung, ficariam muito orgulhosos de seus herdeiros. Afinal, eles ainda
seguem diligentemente o projeto de seus “heróis”.
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