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No passado e no presente, o diabo também se faz presente! |
Sobreviventes do
regime nazista alemão voltaram na semana passada, ao campo de extermínio de
Auschwitz na Polônia, para a cerimônia que marcou 75 anos da libertação pelas
tropas soviéticas. Em muitos casos, eles estavam acompanhados por filhos, netos
e até bisnetos.
O
genocídio em massa - sistemático e organizado - faz parte da memória de
sobreviventes dos campos de concentração. Lá, apenas duas possibilidades
existiam para os inimigos do regime: trabalho forçado e extermínio.
Mais
de 200 estabelecimentos desse tipo foram criados por nazistas, dentro e fora de
território alemão, durante as décadas de 1930 e 1940.
Os campos
serviam para explorar e eliminar principalmente judeus, mas também ciganos,
homossexuais, comunistas, testemunhas de Jeová, pessoas com deficiências
físicas e mentais, prisioneiros de guerra soviéticos e poloneses.
Nos últimos
estágios da Segunda Guerra Mundial, tropas soviéticas avançaram até o complexo
de campos de extermínio localizado em território polonês. Quando entrou em
Auschwitz, o Exército Vermelho encontrou um local onde morreu 1,5 milhão de
pessoas e que se tornou num testemunho da crueldade nazista.
O quadro chocou
soldados que pensavam já não poder ser surpreendidos. Além de pessoas que eram
apenas esqueletos, crianças usadas para experiências científicas, descobriram
toneladas de cabelo humano – para usar na indústria têxtil – e de roupa, sapatos
e objetos pessoais de ouro.
Ao longo das
últimas décadas, tem havido controvérsias legítimas ao redor desse fato
histórico. Historiadores debateram vários detalhes do holocausto, e algumas
histórias tem sido rejeitadas como mitos. Há, inclusive, aqueles que negam sua
ocorrência.
Certos
historiadores revisionistas tem alegado que tais eventos jamais ocorreram.
Argumentam que, no máximo, morreram apenas alguns milhares de judeus e que a
maioria foi removida para outros países. São uma minoria.
Lembrar o
Holocausto que ressurgem na atualidade, como sejam o ódio, a intolerância, a
discriminação, a xenofobia e o racismo, contribuindo assim para a sua
inequívoca rejeição.
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