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Os lixões tem sido prejudiciais a saúde de muitas pessoas e causam uma péssima imagem para todas as cidades! |
Aumentativo
apropriadamente definidor de um grande problema, “lixão” é um termo devidamente
incorporado ao moderno vocabulário brasileiro. Em sua origem e significado mais
corrente, o termo se pretender nomear um grande acúmulo de resíduos sólidos,
principalmente reunindo a coleta do descarte de uma cidade (ou bairro de grande
porte).
Com passar do
tempo e o vertiginoso crescimento dessas montanhas de dejetos, o termo passa a
ser sinônimo de um problema gigantesco, de fundo impacto
ambiental, social e
econômico. E os lixões proliferam-se, a despeito de todos os alertas sobre seus
malefícios.
A primeira vista,
um dos males óbvios dos lixões é o próprio impacto visual. Dispensando-se
maiores descrições dessa visão repugnante, deve-se assinalar a estupidez de
localizar tais impropriedades urbanas exatamente nas rotas turísticas, como em
algumas cidades baianas. Os lixões crescem irresistivelmente. E, nesse
crescimento, aumentam os riscos de toda ordem. A fumaça intensa, incontida,
dificultava a vida das pessoas e compromete o ecossistema local.
Esses lixões nada
mais fazem que cumprir sua triste sina. A autocombustão é uma delas, pois o
acúmulo de gases associado às condições climáticas não poderiam causar outra
coisa senão o popular “fogo de monturo”. Com o inchaço dos centros urbanos
associado à inação das autoridades responsáveis, os lixões e seus transtornos
crescem a olhos vistos. Pena que o governador e os prefeitos baianos não cheirem
e nem queiram ver.
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