![]() |
Um quarto reinado de Robério significará uma tragédia para Eunápolis! |
Esta ficando cada
vez mais dramática a situação de desespero de todos que integram o governo do
prefeito Robério Oliveira (PSD). A narrativa no contexto mais amplo dos
integrantes dos vários escalões governamentais, não deixam margens à dúvidas
para interpretações do que representam.
Trata-se de um governo
que, claramente, nunca possuiu um projeto de humanismo e progresso para o
Município de Eunápolis.
O prefeito e seus secretários,
diretores e coordenadores possuem um forte “viés de apego ao poder”, que
perpassa por praticamente todos os demais ocupantes de cargos comissionados,
que compõem as instâncias governamentais.
Além
da falta de nunca ter tido um projeto de governo e praticado desrespeito à convivência
social, a atual administração municipal demonstra, cada vez mais, a sua
inabilidade em tudo que promove. A equipe do governo dos “Fraternos” tem
revelado como seu eixo principal, a desenfreada obstinação para permanecer
mamando, mandando e desmandando nos cofres da prefeitura.
Entre
os setores que mais tem sido prejudicado no governo de Robério, a área de
cultura e artes, é referência do desprezo que o prefeito tem por esse
importante segmento. Não há dúvidas de que a cultura está em estágio fictício
na gestão dos Fraternos. A cultura é um segmento no qual existe o predomínio das
pessoas que pensam, se rebelam, questionam e não se submetem à condição de
venais.
Em outras
palavras, a resistência a corrupção e ineficiência evidente do governo Robério,
se encontra nos agentes culturais, promotores do chamado pensamento crítico. E
talvez este fato seja a causa do alcaide menosprezar a cultura e não investir
no setor, pois o fazendo estaria “criando cobras para o morderem”!
Assisti o filme
Mephisto, que explicita o perigo que estamos correndo em Eunápolis, caso os
Fraternos passem mais quatro anos no comando da prefeitura. Trata-se da
história de um ator famoso no cenário teatral alemão no período da ascensão do
Partido Nazista ao poder, por interpretar o personagem Fausto, que vendeu a
alma ao demônio, na peça inspirada no poema trágico “Fausto”, de Goethe.
Tal como o Fausto
da peça, este ator vende sua consciência (alma) ao Terceiro Reich, com
consequências trágicas para a cultura e para o próprio personagem, que afirma
na sua última frase no filme: “o que querem de mim, sou apenas um ator”.
É o ator daqui,
que o eunapolitano terá que mandar para o “quinto dos infernos”, das urnas
eletrônicas eleitorais... para evitar que Eunápolis não sangre sob as garras
das aves de rapina, de um dramático e tenebroso “Quarto Reich de Robério”!
Nenhum comentário:
Postar um comentário